segunda-feira, 6 de junho de 2011

Passeio ao Rosário

A tripulação do Blue Seven em parceria com a Marina do Parque das Nações e a Associação Nacional de Cruzeiros, voltou a organizar o que apelidamos passeios "Rio Acima",  desta fez com o primeiro passeio ao Rosário


Desta vez, ao contrário do que inicialmente previmos e esperava, a curiosidade em trono do passeio foi grande, contudo tal não se traduziu em muitas inscrições e conseqüentemente os participantes ficaram a quem das nossas expectativas. Talvez as adversas condições meteorológicas e algum desconhecimento do local tenham sido os principais responsáveis.


Para a estatística ficam nove barcos e os 35 participantes.

Do programa proposto, constava uma recepção aos barcos participantes, residentes na MPN ou não, e uma vez, que a as condições climatéricas no Sábado não foram as melhores, optamos por utilizar o edifico principal da Marina em detrimento do simpático espaço exterior, como já vem sendo habitual.



A recepção correu de acordo com o planeado, é muito gratificane para nós enquanto organizadores, verificar que as pessoas apreciam  e que o local rapidamente se torna um sitio de troca de experiências de valorização da comunidade náutica seja ela adepta da vela ou do motor.


Aproveitamos para fazer um breefing com os participantes e disponibilizar alguma documentação do evento, nomeadamente a rota que preparei e que devia ser respeitada,  e o que de mais se iria passar no Domingo.

A noite, foi livre pelo que cada um optou por fazer aquilo que mais lhe convinha, a grande maioria foi para os restaurantes vizinhos à MPN ver o final da Liga dos Campeões.


Domingo brindou-nos com um amanhecer comprometedor, o sol teimava em não aparecer e os "meteorologistas" residentes avisavam que os sites de referência previam uma valente carga de água para as 15hr ... mas compromissos são compromissos e decidimos avançar com o planeado na mesma.

Seja como for, a previsão não se verificou e se, de facto, não tivemos grande sol, também não tivemos chuva e a temperatura manteve-se nos 20, 23 graus, mesmo assim agradável.


Não obstante esses avisos, e as conseqüentes desistências de última hora, a frota zarpou às 10:30 e começamos a nossa pequena jornada em direção à baía do Montijo e ao Rosário em particular.


Grande inveja a minha a ver o White Fin e o Eliefe a fazer grandes bolinadas à minha ré e eu com um ar fresquinho vindo do porão, mais precisamente do porão do motor.


A Filipa Villar optou por fazer a viagem de semi-rigido, pois poderia ser necessário prestar auxilio, coisa que não se verificou.


Entrada da baia da Montijo / Moita com a base aérea a BomBordo



A sempre boa disposição a Bordo do Blue Seven, com a habitual discussão de quem manda mais a bordo ... eu acho que são eles, mas à quem pense que são elas ...

Os eles


As elas


Da viagem nada a assinalar, uma hora e três quartos depois escavamos a fundear em frente ao Rosário e a preparar os Aux para nos levar a terra.

Vista do inicio do Rosário.


O inicio do desembarque.



Já em terra, todos ficaram espantados com a beleza do local, com a sua envolvente e com o Restaurante.


Sinal da satisfação, a grande maioria das pessoas, se não a totalidade fez questão de pedir os Contactos do restaurante para lá voltarem ...






O regresso foi feito na totalidade à vela, popa rio acima para os veleiros e num ápice para as lanchas de volta ao local de amarração.


À chegada, aguardávamos a simpatia do pessoal de apoio na Marina Parque das Nações e o entusiasmo da Filipa, que tinha regressado mais cedo, dando conta das opiniões positivas dos participantes.relativamente à equipa que organizou e levou a cabo mais este diferente passeio no estuário do nosso Tejo.






Vista do restaurante para a "frota" invasora, diz-se por lá que nunca tinham visto tantos veleiros juntos ali fundeados.



Uma amiginha do Francisco, a Daniela que não se conteve e foi à banhoca no momento de levantar ferro.


Uma palavra para a João e para o Zé, amigos que marcam sempre presença e que grande ajudam prestam .










Antes do programado "Rotta Paper" naútico, talvez possamos voltar ao Rosário ou à Ilha do Rato, desta vez para fazer um PickNic, que vos parece ??








segunda-feira, 16 de maio de 2011

Um dia memorável !

 
À muito que o dia 15 de Maio estava reservado para voltar à Ilha do Rato e especialmente ao Rosário, próximo destino dos passeios que a tripulação do Blue Seven organiza em parceria com a Marina do Parque das Nações e com a Associação Nacional de Cruzeiros.

Saida do Wite Fin da MPN

O regresso estava directamente ligado à necessidade de elaborar um roteiro e um segundo reconhecimento visual do local, para que no próximo dia 29 de Maio tudo corra pelo melhor, não nos podemos esquecer que navegamos com sondas reduzidas baixas ( muito baixas mesmo !! )
Como a expectativa é levar cerca de 20 barcos ao Rosário, havia que estudar o local e ver onde fundear tamanha frota, o sitio tem de ser seguro e acessível à praia e por consequência ao restaurante reservado para o efeito.

Feitos alguns contactos, consegui falar com o Mestre João Gregório, pessoa muito conhecedora daquela zona do estuário do Tejo que prontamente se disponibilizou para nos guiar por aquelas paragens. Só tinha um pequeno problema! no Domingo tínhamos de o ir buscar à Ilha do Rato !! Comecei logo a imaginar coisas !

Desta feita, após um Sábado tranquilo, em termos meteorológicos, Domingo reservou-nos ventos na casa dos 25 nós, e a previsão era de continuar fresco até às 13:00, período a partir do qual a coisa melhorava.

Saídos da MPN, cedo os enjoos a bordo do Blue Seven começaram, especialmente do meu querido Francisco, que, não gostando especialmente destes programas, faz um enorme esforço para colocar um sorriso e seguir em frente à espera que a coisa melhore… por sua vez o Guilherme encara a coisa com um outro desportivismo, tendo desde logo a felicidade de não enjoar e de até gostar do programa proposto.


O Francisco já mais para lá do que para cá ...
Sabendo que iríamos navegar em águas pouco profundas, e que enchia à pouco tempo, não nos importamos !   rumamos directos à entrada da enseada do Montijo. Cedo encontramos sondas reduzidas baixas! Eu que tenho a sonda à linha de água, comecei logo a fazer contas de cabeça a ver se a coisa passava, o Luís Santos no seu novo barco, o White Fin, a chamar pelo VHF e a fazer uns ziguezagues à minha ré, contudo sempre com um bom resguardo de segurança.

Entrados na baia Montijo, liguei ao Mestre Gregório que me indicou a forma de contornarmos a Ilha do Rato, já a sul da mesma fundear o Blue Seven, depois com o recurso ao Aux os ir buscar a terra. Não ficamos fundeados a mais de 100 m do local onde se encontravam.

O White Fin fundeado e o Aux do Blue Seven a caminho da Ilha do Rato
A sonda marcava 5.6 mtr, com duas horas e meia até à praia-mar, pelo que dá perfeitamente para fundear e passar a noite por ali.

Com a chegada dos tripulantes convidados a bordo do Blue Seven, largamos ferro em direcção ao canal do Barreiro para de seguida, após identificadas umas pequenas bóias a estibordo, mudamos de rumo e entramos numa espécie de canal ( não é o “tal canal” ) tendo o cuidado de deixar as bóias com um resguardo de 10  m sempre pelo nosso estibordo.

Mestre Gregório a contemplar a vista
Mas o melhor estava para vir, o Mestre Gregório cedo se apercebeu que não nos importávamos de navegar por ali e que a tranquilidade reinava a bordo, guiou-nos pelo contorno da costa ( praia do Rosário ) e mostrou interesse em nos levar um pouco mais além, sendo que esse além era a Moita… lá fomos, com o White Fin na nossa cala, e connosco a comunicar, dando conta das sondas que ia registando, de notar que cala mais 30 cm que o Blue Seven, coisa que naquelas circunstancias conta.

O ambiente a bordo do Blue Seven
Segundo o Mestre Gregório, as correntes são muito frouxas, logo o fundo não desenvolve grande alteração de características, pelo que as sondas mantêm-se por muito tempo inalteradas! menos mal pensava eu.

Gaio do Rosário a bombordo
Passado um estaleiro de desmantelamento do navios e deixando o Gaio do Rosário a Bombordo e o White Fin à nossa espera, por precaução, fomos até à 4ª balizagem “da boa vontade”, pois foi o Mestre Gregório e seus pares da Moita que a fizeram, e chegamos onde, palavras dele,” ainda nenhum barco à vela de patilhão fixo se aventurou a ir ”… teria dado para ir um pouco mais além? teria com certeza, mas pelas minhas contas andávamos com 10 / 15 cm de água abaixo do patilhão e estando a maré ainda a encher, cedo virava, pelo que optei por regressar.

Edificação histórica


Marca da "boa vontade" - já muito perto da Moita
Virando 180°, voltamos par atrás, com a manobra a ser feita por três vezes não fosse a coisa dar para o torto, apanhamos o Luís, e rumamos certinhos pelo canal até encontrarmos o local ideal para fundear.


Os dois Bavaria de "braço dado"
Ficámos braço a braço com o White Fin, mesmo em frente ao restaurante Baia Cais da praia do Rosário, sonda a marcar 5.5 – 6.0 mtr e muito perto do estofo da maré, talvez a 250 mtr de distancia.

A despedida da Familia Gregório

O Mestre Gregório, que tamanho privilégio me deu de o ter a bordo, tinha outros planos para o almoço e, não obstante a nossa insistência, quis ir almoçar à Ilha do Rato, pelo que fizemos uma pequena incursão Rosário vs Ilha do Rato, o Guilherme acompanhou-nos na pequena viagem.

Mestre João Gregório
Do muito que conversamos, fica o homem e a sua simplicidade, o seu gosto de ajudar e sua vontade de partilhar, na minha cabeça ficou a vontade de com ele descobrir novos destinos náuticos.

Regressados, almoçamos a bordo do White Fin, que diferença faz um metro num barco!!

Os amigos Wite Fin(s) Luís e Maria José

De seguida os adultos foram tomar tomar um café e a garotada um gelado a terra, para logo de seguida iniciamos a nossa viagem de regresso à MPN, a maré vazava à uma hora e meia, eram 15:30, sonda a marcar 4.5 m.
 
Aproximação à praia do Rosário
Peripécia a assinalar no regresso de Aux!! Nem o meu motor nem o do Luís parecia muito interessado em trabalhar, curiosamente são rigorosamente iguais, imagine-se porque! Parece que a coisa não pega se o hélice estiver preso, por exemplo na areia ! Não sabia e só o descobrimos por mero acaso, mas que ficou registado, ficou.





Do regresso retive a vazante de 4 nós e que nos atrasou substancialmente em relação ao White Fin. Eu armado em "calão"  levava rebocado o Aux ainda com o motor montado, pelo que tive que parar para o retirar, literalmente não vencia qualquer distância a subir o rio, mesmo com o motor às 3000 rpm.
Se serviu para alguma coisa, talvez tenha servido para “limpar” o motor do Blue Seven, mas fundamentalmente para nunca mais me esquecer de uma coisa que, por ventura, toda a gente sabe, não rebocar nada quando se navega contra a corrente… à e já agora ter o fundo limpo ...

À chegada a habitual simpatia do pessoal da MPN no momento de atracar, e a visita da Filipa Vilar que, estando à escuta no canal 9, disse que às tantas estava com os cabelos em pé com as comunicações entre o Blue Seven e o Wite Fin.

Lá lhe fui dizendo que não obstante as parecenças, respeitamos sempre as regras elementares da navegação em águas pouco profundas, quando assim navegamos a maré está sempre a encher, não inventamos nada, e quando não sabemos, levamos quem saiba a bordo, para finalizar porque não admiti-lo, a audácia faz igualmente parte da equação e essa ou se têm ou não se têm …

Como podem ver o Rosário é um destino náutico magnifico, pelo que cá vos aguardamos para o passeio ao Rosário no próximo dia 28 a 29 de Maio, com a certeza que vão desfrutar de um dia diferente ! e é mesmo aqui ao lado.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Segundo Cruzeiro / Passeio "Rio Acima"

Com organização da Marina Parque das Nações, da ANC, e o apoio da Secção de Vela do Alhandra Sport Club, realizou-se o segundo Cruzeiro/Passeio entre a MPN e Alhandra, a que chamamos "Rio Acima"

O programa teve inicio no sábado com a recepção dos participantes, seguido de um cocktail e "briefing" de distribuição de documentação.

Desde logo, notamos uma maior participação de residentes da MPN, mas também a presença de Sócios da ANC que não quiseram deixar de participar no "Rio Acima".



O cocktail prolongou-se mais do que inicialmente esperávamos,  o que veio permitir observar de um lugar privilegiado o "perigeu" da lua largamente anunciado.

Algumas fotos do entardecer 




O programa de Domingo previa a saída em direcção a Alhandra pelas 10:00, a ideia seria ir cedo para chegar cedo e dessa forma termos algum tempo livre em Alhandra. Contudo, não demos conta que a baixa mar seria especialmente baixa, 0.2 m, pelo que após algumas peripécias, dignas de qualquer passeio que se preze, saímos mais tarde, já perto das 11:00, atrasando a chegada em prol da segurança.

A navegação pela Cala das Barcas foi muito agradável, deu para apanhar pela primeira vez em 2011 um belo banho de sol, pena foi que o vento não tenha soprado um pouco mais.



A chagada a Alhandra efectuou-se com a maré a encher, situação desejável e que veio facilitar no momento de atracar ao pequeno pontão. Desta vez não foi a "molhada" do ano passado, e a chegada espaçada permitiu escolher os locais de atracação de cada embarcação em função do seu comprimento.

Da minha parte é sempre com muito gosto que vou a Alhandra, não me cansando de contemplar a paisagem e as gentes daquele local que também considero como meu!


A comunidade náutica continua a manter os rituais de outros tempos, sendo agora o tempo de proceder à necessária manutenção e revisões dos barcos, pelo que o parque a seco está praticamente cheio e os pontões quase vazios.

Vista da marina cheia de cor com a frota da MPN/ANC.



O almoço foi servido mais uma vez no restaurante "Voltar ao Cais", que tão bem sabe receber e servir.




O regresso foi feito com menos vento que a subida pelo que foi uma motorada rio abaixo, tempo para contemplar a paisagem e desfrutando da companhia dos amigos que me acompanharam no Blue Seven.







Palavra de agradecimento para as pessoas que tornam possível estes momentos, especialmente para a Selma, que apesar de adoentada aguentou a azafama de Sábado e a gestão do Domingo,  para a Filipa, sempre presente e disponível, a ANC, para o Ricardo e João que quiseram estar presentes e também ajudaram.



É tempo de começar a pensar no próximo passeio que será ao Rosário.

Se a subida a Alhandra intitulamos "Rio acima", que nome iremos dar ao passeio ao Rosário ?? 
" Rio abaixo " !!  Desde logo aceitamos propostas


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Pai e Ilha do Rato !!

O nosso Pai e a ilha do rato transportam-nos para contextos distintos !! 


O imaginário do nosso Pai está directamente relacionado com as recordações de infância e adolescente que possuímos. Se por vezes, consequência da diferença de idade, da diferença de opiniões ou outros, se cria  um fosso que a determinada altura nos parece intransponível, a idade que alavancou a situação é a mesma que nos leva a iniciar a procura e a comunhão de espaço e ideias ... pelo menos, foi assim que comigo se passou... e, é com muito gosto que com ele partilho este meu gosto, este meu espaço... vendo nele um futuro que um dia será o meu !


Já a Ilha do rato, transporta-nos para um imaginário sombrio e inóspito, qualquer que seja o local onde se situe.
Para a fama da "nossa" ilha do rato, pequena ilha existente à entrada da baía do montijo, em muito contribuiu a envolvente, nomeadamente as diversas industrias do ramo químicas existente nas imediações, mas não só,  e que, creio, em tempos pouco respeitaram o ambiente nas suas mais visíveis vertentes, efluentes líquidos e emissões gasosas para a atmosfera.


Mas os tempos mudaram, e é com agrado que podemos verificar que tudo começa a mudar ou, já mudou, e o estuário do Tejo começa lentamente a chamar por todos os que por ele nutrem admiração e respeito.



Connosco é isso que se passa e, já lá tendo estado, à cerca de 10 anos, à muito que lá queria voltar.


Desafiado, o sempre desejoso de ser desafiado, Luís Santos do Galhofas, e aproveitando uma soalheira tarde de Domingo, saímos da Marina do Parque das Nações e andando, por vezes, em locais pouco aconselháveis, mas mesmo assim seguros, aproximamo-nos o suficiente para fundear e passar uma agradável tarde entre amigos.

Deu para recolher a informação que pretendia em termos de aproximação e acesso, ficando como certo que lá voltaremos em breve para um "desembarque" à séria.



Tempo ainda para o meu pai fazer o gosto ao dedo, e com alguma sorte à mistura rapidamente pescou dois peixes como a foto documenta, sendo que após tamanha pescaria foi fazer a merecida sexta de Domingo.


Nota positiva para o movimento na MPN, fruto da Nauticampo e de todas as actividades propostas pela marina para esse período. Bom era que a coisa pegasse e víssemos a Marina do Parque das Nações sempre com aquele movimento...



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A amizade !!

Ao longo da vida vamos fazendo amizades, com o Nuno começou na Faculdade, no já distante ano de 1992, e se, por vezes, os caminhos não são coincidentes, como verdadeiros amigos,  vamos mantendo o contacto possivel, não deixando quebrar o fio condutor que por vezes mantêm as pessoas unidas, sabendo sempre que podemos contar um com o outro.


Quanto à navegação Domingueira, ficou-se pelo passeio no Tejo e almoço nas Docas, aproveitando o espreitar do sol e a expectativa do vento.


O Sol deu um ar da sua graça, o vento também apareceu, rajadas de 30 nós para manter a atenção e a obrigar a desligar o recentemente baptizado Óscar ( piloto automático ).

Valeu pela companhia, por alguns momentos de vela e pela simpatia do pessoal de Marina do Parque das Nações, sempre pronto a dar uma ajuda no momento da chegada.


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A primeira navegação de 2011.

A ideia era ficar por ali, ver como estavam as coisas no barco, fazer um chá, ler umas páginas do "Anjo branco" e regressar cedo ! afinal apenas à dois dias estava de molho em casa cheio de febre.

Mas, assim que cheguei à soalheira MPN, a Filipa Villar foi logo dizendo que não havia nada melhor para curar uma gripe que uma bela navegação no mar da palha.

Para não ser desmancha prazeres !!  lá lhe fiz a vontade e 10 minutos depois de chegar estava a passar a comporta poente da MPN em direcção à cura e à primeira navegação de 2010.

Já me tinha esquecido do quanto gosto de velejar sozinho !! é algo que nos esquecemos porque nos habituamos a andar com o barco cheio, se a companhia nos faz companheiros a solidão faz-nos sermos nós mesmos, não termos de escolher as palavras, os pensamentos, a rota, o destino.

O chá não faltou, o vento entre a ponte Vasco da Gama e o Edifício Nau também não, Norte de 14 a 18 nós de intensidade, e três horas muito bem passadas na companhia do Blue Seven.