segunda-feira, 22 de março de 2010

A familia Lopes

Dia 14 foi dia de apresentar o BS à familia Lopes, habitual companhia no tempo do Beagle e não só, e que até então não tinha tido oportunidade de conhecer o Blue Seven.

Feitas as habituais apresentações a cargo da Selma, logramos uma pequena saida da Marina do Parque das Nações. Foi1ª vez que o Guilherme aceitou andar de barco, ainda não tinha sequer andado à vela no Blue Seven, isto porque apanhou um susto no Beagle, faz agora um ano.

E como é pequenino o melhor é não forçar e dar tempo ao tempo, esse que cura tudo.

Acompanhamos a regata dos pilotos um pouco, vendo-os a rondar a boia mais a montante e a içar assimétrico no bordo de descida do tejo.

Que inveja que me deu, estava um dia muito bom, vento qb e sol a valer, que nos fez vir todos para o convés, alguns até de manga curta.


Chegamos, mesmo a horas de confeccionar o almoço e de passarmos uma belissima tarde entre amigos.















Os miudos entreteram-se a apanhar peixes de um lago que está mesmo à entrada da marina, pelas contas, seriam ao todo 57 peixes que depois de apanhados com pão, regressaram para o seu lago.


quinta-feira, 18 de março de 2010

Bricolagens no Blue Seven

Quando se adquire alguma duas coisas podem acontecer, ou acertamos 100%, ou ficamos a pensar que alguns detalhes poderiam ter sido feitos de outra forma, de uma outra maneira. O acto de criar qualquer coisa é sempre um processo "conflituoso" pois duas cabeças pensão e pensarão sempre de maneira diferente. Muitas vezes até a mesma cabeça pensa de forma diferente, basta partir de pressupostos diferentes e já está, a conclusão também vai ser diferente. Quanto aos construtores de barcos, estes devem de olhar a tendências e enquadrar as características notáveis de cada barco a essas tendências ou para esse cliente "alvo", indo ao encontro do geral e não do particular. Sendo que será sempre mais fácil criticar que criar!!
De todos os barcos que já possui, todos levaram um constante upgrade, a coisa para mim é inerente ao facto de ter um barco. Desta forma estou constantemente a estudar melhorias e alterações que fazem que passado algum tempo, alguns barcos pouco tempo, já tenham como que uma marca minha.

Por diversas vezes  me passou pela cabeça construir um barco de raiz, e só o não fiz porque, apesar de tudo, gosto ainda mais de velejar que bricolar.

Desta forma, o Blue Seven não fogue à regra e assim que o adquiri comecei logo a congeminar um conjunto de melhorias para o adaptar às minhas necessidades, apesar de já se apresentar muito completo.

No interior

Colocação de iluminação no porão
Foi das coisas que me chamou mais a atênção no inicio, foi a ausencia de iluminação do compartimento do motor, assim foi a 1ª coisa que pensei e instalei. Uma pequena lâmpeda fluorescente, com um interruptor de IP adequado, para ligar e desligar a iluminação assim que se abre o capot do motor ( que integram as escadas de acesso ).










Aplicação de chapa em inox na tampa inferior do logas.
A tampa exterior estava ligeiramente queimada, é natural ver isso noutros Bavaria, basta um pequeno descuido e a tampa vai para a sua posição e se o fogão está ligado o resultado é logo uma chamuscadela.

Quinei uma chapa inox que não sei bem a espessura e depois de abrir os recortes das ferragens de fixação à bancada e ás outras tampas, foi colada com cola Patex e rematada com sicaflex.
A coisa resultou muito bem, parecendo vir de fábrica e já foi ensaiada nas piores condições num dos famosos chás das 5 no tenebroso mar da palha, altura em que quando dei conta a tampa estava para baixo e o lume chegava a ela. Resultado, nada de mais aconteceu e fiquei a pensar que valeu o esforço.










Placard para colocação de dispositivos de segurança  e outros.
Não sei onde o vou colocar, se nas locas exteriores, fixos à parte ( porta ! )que se eleva para dar acesso à loca ou se no interior da loca. Em alternativa existe a possibilidade de o fixar no interior, "escondido" dentro de um armário.
Aceito sugestões !!










Colocação de TFTcom alimentação 220 V e cabo video.
Foi com o intuito de criar algumas condições e incentivo para os rapazitos lá de casa que montei este equipamento, a julgar pelo queixume deveria ter instalado dois !! pois apesar de ter um braço que permite inclinar em todas as direcções é difícil, se não impossível, ficarem os dois a ver em perfeitas condições devido aos reflexos.
Falta a antena TV que penso instalar no verão. Estando no interior tudo pronto para receber o cabo de tv. Em relação ao DVD, está junto à mesa de cartas, sendo um equipamento portátil é fácil de arrumar após utilização.










No Exterior
Suporte à proa para pau de Spy
Após alguns copianços e visitas a barcos similares, mas fundamentalmente estudar qual a melhor posição para a sua correcta utilização e fixação às ferragens e apoios existentes, lá encontrei a forma ideal da "peça".
Foi construído em INOX 316, com protecção para o pau em nylon, que se apresenta como melhor material para maquinar que o teflon. ( a parte branca ) da coisa.
Aproveitei a furação existente do reforço da proa para fixar o acessório e só tive de colocar uma anilha de cerca de 3 mm para compensar a excessiva inclinação que o reforço de proa possui, pois ao introduzir o pau de spy a parte de trás deste batia na zona da loca da ancora.
A seu tempo ( se calhar já amanhã ) irei tirar as medidas para fazer um suporte adequado e retirar a anilha.



Pau de Spy
Em relação ao Pau ed Spy, também invenção caseira , utilizei uma vez mais  um tubo de Inox 316 com duas terminações maquinadas em nylon, que possuem dois furos passantes e por onde "trabalha" a escota.










O que está na calha !!

Sistema de aspiração central.
A coisa parece meia louca, mas quando passar à prática, será leve e bastante util.
Haverá quem pense que mais valia comprar um aspirador sem fios !! e se calhar até tem razão.

Colocação de dois molinetes
O barco já vem preparado de fábrica para esta opção.
A ideia é reenviar a escota da grande para ambos os bordos, tipo German System, dá muito geito para quem quer navegar com tripulação reduzida.

Afinação do carrinho da grande.
Reenvio para o poço dos cabos de afinação do carrinho da grande.

Colocação de antena TV
Vou aproveitar o cabo do VHF como cabo guia e passar um cabo novo para o VHF e um cabo de TV.
A operação vai ser feita no verão quando o barco subir a seco, lá para Outubro.

Colocação de Cooper Coat
Já anteriormente apliquei este tratamento anti-osmose e antifouling e apesar de dar muito trabalho o resultado final é fantástico. 10 anos em que a única coisa que se torna necessário fazer é subir substituir zincos ( que se desgastam muito mais rápidamente ), limpar a jacto de agua e voltar a descer.
Já aprecei o CooperCoat directamente na fábrica ( Inglatera ) necessário para o Bavaria 36 e com a actual valorização da Libra fica em 800 €, entregues em Portugal, preço semelhante só ao antifouling "normal".

Nessa altura conto retirar todos os passa cascos e o lema, afim de aplicar correctamente o CooperCoat.

Instalação de dois cunhos a meia nau.
Também já com local apropriado para instalação, será fácil montar e vem permitir aliviar ios cunhos da proa e da popa.

Muito mais teria para descrever, mas fica para próxima crónica de bricolagem

Por "falar " em crónica de bricolage e que tal um blogge ou coisa do género só com bricolagens naúticas !! Aceitam-se suguestões !!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Quando o azul fica castanho

Mais uma saida com o Blue Seven, desta feita para além da tripulação habitual, entenda-se eu e o João, tivemos a presença de um simpático casal que nos acompanhou nesta saida Domingueira.



Aproveitamos os poucos raios de sol que o dia nos reservou e desde logo notamos que o tejo estava castanho, tal a quantidade de lama que as recentes cheias transportam para o leito do rio e que os detritos eram mais que muitos, alguns a bater de forma audivel no casco do Blue Seven.
 
No regresso, com vento de quadrante SSE na ordem dos 10 nós, deu para içar o assimétrico e dar uma bela velejada tejo a cima em direcção à MPN- Marina Parque das Nações, onde como habitalmente fomos recebidos com toda a simpatia e profisionalismo da equipa de marinheiros.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Com organização da revista doBarco e os apoios da MPN ( Marina Parque das Nações ), ANC ( Associação Nacional de Cruzeiros ), e da Secção de Vela do Alhandra Sport Club, no passado fim de semana, realizou-se um Cruzeiro entre a MPN e Alhandra.

O programa, incluía um Cocktail de boas vindas aos participantes no Sábado, que conforme se pode ver na foto, foi muito participada, servindo para os elementos da organização e os diversos participante se conhecerem e trocarem experiências de interesse comum.

Disponível, esteve o Honda Marine IV e o auxiliar do BlueSeven com um pequeno motor eléctrico, gentilmente cedido, para que se pudesse comprovar que os motores eléctricos começam a ser uma alternativa aos “normais” motores de combustão.



Não estando incluído no programa "oficial", após o cocktail, a grande maioria dos participantes foi jantar num simpático restaurante junto da MPN.

No Domingo, pelas 10:30, foi a vez de nos fazermos ao caminho, o Fulo ( Trimaran habituado a estas andanças ) e o BlueSeven foram à frente, abrindo caminho no sempre incerto mar da Palha. Saiu igualmente o auxiliar do BlueSevan com o valente Paulo ao leme na expectativa de alcançar Alhandra. Ficou pelo caminho, mas valeu a pena.

O vento ajudou, na casa dos 15 nós, e tirando um quase encalhanço, a viagem decorreu sem precaussos, servindo até para ensaiar umas bolinas bem serradas com o João ao leme.

Uma vez em Alhandra, a bateria do motor do BlueSeven não quis colaborar ( já antes tinha dado indícios que alguma coisa não estava bem ), tivemos assim de contar com a ajuda do Honda Marine IV para parar o BS, ficando o resto da frota algo confusa com as manobras. Com cada um por sua conta para a manobra de atracar, com a maré a encher e a alguma falta de experiência dos Skipper´s nestas condições é fácil de perceber que a coisa momentaneamente ficou confusa, mas tudo fica bem quando acaba bem.

Fomos todos almoçar no simpático restaurante “Voltar ao Cais”. Eu rapidamente voltei ao BS para tentar perceber se a bateria, que já se encontrava à carga, correspondia.

Como, estava à carga, não houve problema, pegou à primeira, pelo decidi duas coisas, uma que na descida era a minha vez de fazer leme, eu que normalmente deixo essa tarefa para os outros, normalmente o João ou a Selma, e que teríamos de descer com o motor sempre ligado, porque em contrário voltaria a não pegar.


Fizemos o percurso sem incidências de registo, com vento do quadrante Este na casa dos 15 nós, chegando momentaneamente aos 20 / 25 nós junto ao “mar da palha”. O João, lá fez os possíveis para corresponder e correspondeu, navegando o BlueSeven com toda a segurança e rapidez.

A entrada da MPN, foi talvez a mais complicada que já efectuamos, deu para perceber que com a vazante e vento de Este, ficam reunidos os ingredientes para que se tenha de ter a máxima atenção possível. Aconselho a que nestas condições, a aproximação seja feita de jusante para montante, colocando o barco desta forma contra a corrente, coisa que não fiz o que dificultou a manobra.

Uma vez na MPN, a habitual boa disposição e profissionalismo da equipa, ajudando prontamente na manobra.

Em Alhandra, ficaram mais dois dias quatro barcos. Que se fizeram ao caminho na segunda-feira, vindo ainda para a MPN dois deles, que se juntaram a mais duas embarcações na noite de Segunda para terça-feira, dia que os mais resistentes saíram da MPN para regressar aos seus postos habituais de amarração.


Foi um fim-de-semana intenso sem dúvida, onde acabei por retirar algumas conclusões.


Qualquer organização, por muito simples que seja o evento, por muito que queiramos controlar os detalhes, por muito que desejemos que as coisas corram bem, existe uma grande incerteza quanto ao fracasso ou ao sucesso.

A avaliar pelos comentários, desta vez correu tudo bem. Esperemos que numa próxima organização da doBarco, corra ainda melhor e com maior numero de participantes.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Mais um dia de barco, desta feita a ideia foi lançada pela Selma, que adepta a multidões resolveu desafiar alguns amigos para uma volta de barco. Eu, como até nem gosto da coisa, logo aceitei ...

Os convivas não se fizeram de rogados e em poucos minutos tinhamos um grupo animado para mais um dia de navegação.


Como normalmente acontece, tudo começou com um belo de um almoço, cortezia da Dnª Selma, "Cuscus com salada e um misto do que havia em casa e no barco", regado com uma boa vinhaça e em três tempos tinhamos uma mesa bem disposta.

As crianças, sempre presentes nas nossa aventuras, estiveram entretidas a descobrir mil e uma brincadeiras, desde escondidas (um pouco dificil para um barco) até aos habituais jogos de cartas, damas, e a inevitavel PlayStation.
Os três "marinheirinhos" embarcados.

Só falta mesmo o Gui, que fruto de um valente susto não quer navegar à vela, vamos dar tempo ao tempo, que logo, logo esquece. ... Ele que até é o mais "marinheiro" dos irmãos.

E voilá!!! Com a Ana ao Leme, o Humberto à proa e o Rui em todo o serviço (cabos velas e afins) lá partiram. Desta vez, eu a Olga (que enjoa com facilidade) e o meu filho mais novo ficamos em terra, com a promessa, porém, de embarcarmos num próximo passeio.

"Para os "marinheiros de terra" foi uma tarde de loucura no Vasco da gama, para onde rumaram 50% do portugueses...um verdadeiro horror..." Selma

Para o restante grupo e, segundo relatos, foi uma tarde super gelada mas muito divertida.

"De ventos, bolinas, largos e correntes ....nada sei, mas que a Ana algures apanhou um sustito com o Blue Seven a exigir mais garra...isso não mais vai esquecer." Selma


O melhor que se retira destas experiências é o valor da amizade, da partilha e a alegria da união... e mais um fim de semana sem ir a um centro comercial, e esta.

domingo, 10 de janeiro de 2010

10 Janeiro 2010

Marina parque das nações, marina parque das nações, marina parque das nações, daqui Blue Seven, escuto. Assim começou a nossa velejada Domingueira.

Após termos preparado tudo, o dia, ou o que restava dele, prometia.

Assim pelas 15:00 avisamos que iríamos sair e que deveríamos estar de volta às 17:30.
Como sempre, rapidamente apareceu um Marinheiro para nos dar uma ajudinha e lá estava o Blue Seven, no "tenebroso mar da Palha", e desta vez, assim que saímos tínhamos 20 nós à nossa disposição. Logo fizemos votos para que o anos de 2010 seja sempre assim, pelo pemos no que ao vento diz respeito.
Bem, tínhamos 20 nós de vento, 5 graus de temperatura e a chuva prometia aparecer a qualquer altura, só o granizo não se apresentou, e sem ninguém o convidar, apareceu mais tarde e em força.

Hoje para se diferente, decidi ficar ao leme, afinal este não é o meu "posto" habitual. Só costumo retirar e colocar o Blue Seven na Marina. Seja como for, até sabe bem ser a voz de comando de quando em vez.

Era ver o "Marinheiro" de serviço com uma grande azafama, içada a grande ( com o 1ª rizo metido ), desenrolada a genoa, retiradas as defensas de estibordo e de bombordo, finalmente vejo-o sentadinho no poço, qual descanso do guerreiro. Eis que me lembro da defensa de proa, lá arranjei forma de lho dizer, isto de ser a voz de comando, para além de conhecimento, também exige grande jogo de cintura.

Passado uma horita, já farto de leme, disse ao João que era a vez dele me substituir, ao que me respondeu, que uma vez ao leme não o largava mais. Aceitei logo e de bom grado por sinal. Agarrei-me a outras artes que me dão muito mais que fazer e até servem para aquecer o corpo, que bem precisava.

Após mudarmos de rumo e já de regresso à Marina do Parque das Nações, fizemos uma velejada verdadeiramente de luxo, 20/21 nós de vento certo e constante, que nos permitiu trimar o barco para as condições de mar e corrente ( contra e a correr bastante ), e fazer facilmente e de forma constante 7/8 nós de velocidade durante mais de uma hora, claro que uma bolina destas íamos bastante adornados.
Deu tempo para um reconfortante chá, de por a conversa em dia, de falarmos de destinos para quando o tempo o permitir, do espírito das pessoas e dos locais.

Por volta das 18:30, chamava a Marina do Parque das Nações pelo rádio, démos indicação que dentro de meia hora chegaríamos, e dado ser tarde, se não haveria problema com as comportas.

De imediato fomos informados que não haveria qualquer tipo de problema com as comportas pois ficariam abertas a aguardar a nossa chegada.

Ao contrário do que inicialmente comentámos, à noite a chagada à MPN faz-se sem qualquer tipo de problema, e uma vez dentro da zona do cais de recepção a manobra de passar as comportas faz-se sem nada a assinalar e com a maior das facilidades, isto com vento de 10 nós de NE.
Chegados, foi parar o Blue Seven com a ajuda do Marinheiro de serviço da MPN a ajudar e sair a correr. Os compromissos falimiliares chamavam e são tão importantes como a velejadela que tinha acabado de fazer.
Para quem gosta de aventuras e se preocupa com questões Ambientais pode visitar o site www.theplastiki.com e ver como a organização Adventura Ecology está a preparar a travessia do oceano pacifico num catamaran fabricado com, imagine-se, garrafas de plastico. ... e o maluco sou eu ...

sábado, 2 de janeiro de 2010

Um novo ano

Apesar de ter tentado, não resiste e à revelia dos afazeres familiares, dei uma escapadinha ao Blue Seven.

Serviu de desculpa o mau tempo, que até já tinha passado e o facto de ter combinado antecipadamente com João que o dia 1 de Janeiro era passado no Blue Seven, não gosto de faltar com as minhas “combinas” e lá me desdobrei em não sei quantos e estive um pouco em todos os lados.

Demos a nossa voltinha da praxe, que mais não foi que uma breve saída da Marina do Parque das Nações.

Após comunicarmos a nossa intenção de sairmos e de nos darem confirmação que mantinham as comportas abertas até à nossa chegada, lá saímos e rapidamente içamos velas tentando alcançar os pilares da Vasco da Gama. Com a maré a vazar e o vento a cair, o melhor que se conseguiu foi permanecer no mesmo sítio.

Todos tentamos entrar no ano novo da melhor forma. Se vivemos para muita coisa, seguramente também vivemos para velejar e esta a forma que encontramos para demonstrar que, quando se quer tudo se consegue.

A todos os amigos, que acompanham as “aventuras” do Blue Seven desejo um bom ano de 2010.


Rui Silva