segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Rota Paper Náutico

Mais uma vez a ANC e a Marina Parque das Nações unem esforços com o objectivo de proporcionar um evento no estuário do Tejo. 

Depois de termos organizado a sempre agradável subida a Alhandra, o desafiante e atrevido passeio ao Rosário, que tão boas recordações deixou, ao ponto de várias tripulações terem demonstrado vontade de lá voltarem ou de lá irem pela primeira vez, o que me tem levado a pensar organizar um regresso para os dias soalheiros de inverno, foi chegada a altura de organizar algo totalmente diferente, um "Rota Paper Náutico".

A ideia  surgiu do nada... pois ao não poder deixar de incluir o Seixal no programa de eventos para o estuário do Tejo, e como o destino é sobejamente conhecido para alguns, teria de pensar em algo diferente e inovador, para que, dessa forma, todos equacionem participar.

Como organizador, e tendo já recolhido algumas opiniões, penso que estão reunidas toas as condições para que os participantes e demais envolvidos, possam desfrutar um fim de semana diferente, onde todos são chamados a participar e a ser parte integrante do programa proposto. 

Com o "Rota Paper Náutico" pretendemos fomentar a entreajuda e o espirito de partilha que tão bem caracteriza a comunidade Náutica. Mas, porque contamos com a cortesia de  alguns parceiros, vai ser possível brindar o trio vencedor com simpáticos prémios,  e que ganhe o melhor !!

Convido todos aqueles que se queiram juntar a nós, que o façam diretamente na sede da ANC ou na Marina Parque das Nações.

Da minha parte, é com muita pena que não posso participar como concorrente... pois em tudo me revejo no proposto.

Para mais informações :
http://www.ancruzeiros.pt/Cruzeiros2011/Rotapapernautico1-10.pdf
http://www.marinaparquedasnacoes.pt/pt/eventos/201-rota-paper

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Sines 2011

Como já vem sendo habitual, fomos passar uma semana de férias a Sines com o Blue Seven. 

Por muito que pretenda e que  planei uma jornada maior, até existiu a possibilidade de fazer o cruzeiro ao Porto Santo integrando a frota ANC, o máximo que consegui foi ir a Sines, melhores tempos e melhores navegações virão, é só uma questão de dar tempo ao tempo... 

A Francisco a tentar apanhar uma onda
Como seria de esperar, a semana foi curta, tendo em conta tudo o que gostaríamos de fazer, acabando rapidamente . Fica os bons momentos passados em família, no inicio os quatro, ao que se juntou os pais da Selma na Quinta-feira.

O Guilherme no BodyBoard
Tivemos bons dias de praia com os miúdos, fizemos umas belas surfadelas nas águas de S.Torpes, por vezes, quando o vento subiu, umas valentes velejadas de WindSurf.

O pai depois de uma onda
Sines é um local fantástico, se por um lado o ambiente náutico sente de momento, fruto da crise ou de outros problemas, um retrocesso, havia quem comentasse que já não se lembrava de tempos tão amorfos em Agosto, não deixa de ser verdade que toda a envolvente é muito náutica, não fosse aquela a terra do Vasco da Gama.
Sines à noite
Com o aparecimento da chuva na Quinta fizemos uma incursão por Porto Covo, Vila Nova de Mil Fontes e Azambujeira do Mar.

A mãe a caminho de um banho forçado
 não tive nada a ver com o sucedido :-)

A foto "sombra"  
Em Vila Nova de Mil Fontes, comecei logo a tirar medidas de cabeça para entrar por ali a dentro com o Blue Seven.

Vl.Nvª Mil Fontes
Dois veleiros fundeados em V.N.Mil Fontes
Apanhados desprevenidos e pelas costas...
Em conversa com locais e já anteriormente com o Oliveira do  Maião, que já lá entrou, foi-me dito que a entrada não é para brincadeiras e que, deve de ser feita, pelo menos a primeira vez, com apoio de uma pessoa residente que conhece os segredos como ninguém.


O entretem do Francisco, fazer equipas de futeol
Pais da Selma
Azambujeira do mar
Sábado, foi passado com o João, feliz proprietário do ketch de nome João Baleia, que inverna na Marina Parque das Nações e vai de férias para Sines...

Não obstante estarmos de férias, no Blue Seven, praticamente todos os dias existia a hora do estudo, com maior ou menor sacrifício a malta toda estudava

Tempo de estudo a bordo do BS
A viagem de regresso foi feita na companhia do Pedro Oliveira que tão bem conhece o BS e que mais uma vez me deu o privilégio da sua companhia.
Saímos às 7:00 am, conjuntamente com mais cinco barcos, três rumaram a Norte e dois a Sul.

Saída de Sines - 07:00 am

A viagem foi tranquila, vento fraco de NO, que mesmo assim nos ajudou a progredir, avistamos o Espichel pelas 12:30 pm.  a estibordo do Blue Seven.

Pedro de reboque 
Mar pela frente, com vento do porão
Spy pronto para  a eventualidade

Dai em diante, tivemos sempre vento, 12 a 15 nós de NNO, que deu para desligar motor e seguir velejanto até à Marina do Parque das Nações, que, desta fez, nos brindou com uma autentica invasão  de barcos estrangeiros.

É coisa para dizer " cadê os Portugas" ...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Idéia para arrefecer a "mini"

Para aqueles que, como eu, não deixam o frigorifico ligado e / ou têm o dito avariado, eis uma sugestão para arrefecer a bela da mini, ou outra bebida qualquer, em pouco tempo.


1 Saco com gelo ( não é necessário muito ) - Fornece o frio
1 Ltr H2O - Aumenta superfície de contacto
1/2 kg Sal - Diminui temperatura de fusão do gelo
1/2 Ltr álcool - Rouba e transporta o calor do corpo mais frio para o mais quente.

não se pode dizer que a coisa fique barata, mas por graça ou para desenrascar serve na perfeição ...

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Uma cronica que são três


Ei-nos de volta às navegações.

Após algum tempo de paragem para manutenção do Blue Seven, realizada na Marina do Parque das Nações, voltamos às navegações.
A primeira saída, no final de Junho,  foi  um passeio a Cascais realizada em conjunto com o White Fin.

A Selma já só quer ir ao Leme

Blue Seven pronto para ir para a água

Logo após breves momentos, dei comigo a pensar a diferença que um fundo limpo faz ...  não que o fundo tivesse muito sujo, mas não é preciso muito para se notar de imediato a diferença no andamento.

Após uma paragem técnica nas Docas, para retirar um cabo preso ao hélice do White, seguimos viagem até Cascais, com as "Catraias" do Luís e da Zezinha a bordo do Blue Seven.

Preparação da equipa de mergulho :-)
Equipa de mergulho 

A partir daí, foi uma viagem a cantarolar e a contar histórias infantis até ao  final, para além, de despique com o White Fin !! 
Quem manda os mais  pequenos meterem-se com os grandões. White ( 1 ) Blue ( 0 ) temos de aguardar pela desforra!!

A jovem tripulação 

A Selma nas sete quintas !!

Pernoitamos em Cascais, demos a voltinha da praxe à noite e regressamos após o almoço. 


Cascais em tons de cinzento

Cmd. Luís e sua imediata

Motim em terra 
Com a Selma a ficar em Cascais, não imaginava o espetacular regresso que me aguardava !
Nada de fotografias do regresso, não dava para tirar os olhos das velas e as mãos do leme. Vento pela popa de 18 - 20 nós, com as velas aparelhadas em borboleta e o Blue Seven a 12 nós.


Fim de semana de 16 e 17.

O jovem engenheiro que comigo está a fazer um estágio, mostrou interesse em fazer um baptismo de vela, pelo que fiz-lhe o favor e trouxe-o comigo para uma velejada.

Na realidade a ideia seria levar o Blue Seven para Sines, pois tinha tirado 5 dias de férias e fazíamos intenção de passar por lá essa semana.

Hamza ao leme 

Pensamos e tudo preparamos para fazer a viagem, atestamos a dispensa do BS o os vários depósitos para satisfazer as necessidade da semana que se avizinhava.

Contudo,  e já com a equipa toda a bordo, que é como quem diz o Hamza e o Luís, optamos por não rumar a Sines, mas sim ficar por Lisboa. As as previsões, que não tinha acompanhado devidamente, por falta de tempo, agravavam-se e seria uma semana de grande ventania o que não se tornava nada simpático para uns tranquilos dias em Sines.

Como o Luís tinha mesmo de ir para Sines, ficou na Docas, e nós rumamos, uma vez mais, a Cascais e foi lá que almoçamos, não sem antes dar uma mergulhada e verificar para grande espanto, penso até que bebi uns pirulitos que o Zinco ( novinho em folha !! ) tinha desaparecido.
Contacto para aqui, contacto para ali, deixei o Blue Seven em Belém para subir e colocar de novo o  zinco.

Um lindo barco

Fim de semana de 30 e 31 de Julho

Uma vez mais sem miúdos, mesmo com as saudades a agravarem-se resolvemos ir ao Seixal.

Estávamos na expectativa para ver como iríamos fazer à noite pois pensamos que o novo pontão não estaria operacional, felizmente enganamo-nos ! e logo à chegada, demos com a nova infraestrutura, que nos alegrou, sem dúvida permitirá outro conforto a quem se desloca de barco ao Seixal.

Aspecto do pontão

Pelo que nos percebemos, está finalizada a primeira fase da obra, estando disponível um pouco mais do dobro da capacidade total, contudo já permite um embarque/desembarque sem a fala de segurança de outrora.

Por outro lado, a edilidade local, ancorou dois barcos tradicionais, o "Amoroso" e o "Baía do Seixal", que ocupam grande parte dos pontões.

Tivemos a companhia do "Vira Ventos" e da sua simpática tripulação que nos deu uma mão a encostar ao  Baía do Seixal,  e por ali fiquei, não fosse alguém chegar e ocupar o lugar.

Só se vê coisas destas no Seixal e na Costa Nova

Combinamos um jantar com a Maria João e o Zé Ricardo num restaurante perto da Charneca da Caparica e apesar de irmos com intenção de ir a uma festa numa praia da Costa da Caparica, demos connosco cheios de sono e regressamos ao Blue Seven.

Domingo levantamos cedo, fomos à praia mesmo ali ao lado, e tivemos a agradável companhia da Filipa e do Nuno Tomás para o almoço,  um belo fim de semana.

A Filipa e o Nuno, com a Selma com a habitual boa disposição
Nota para a água, gradualmente, mas de forma consistente apresenta melhoras no odor, na coloração, espero que na componente química também. Sendo que, cada vez mais chagam relatos de avistamento de Golfinhos, possivelmente corvineiros, que sobrem a estas águas. Nada mal, espero que seja par ficar e que um dia os aviste também.

O regresso, foi muito, mas mesmo muito bom !! uma velejada de luxo como o amigo João Rodrigues diz,  uma bolina serrada, mas consistente em sintonia com o encorpado vento de NNO na casa dos 20 nós.


A velejada de luxo
Nada mal para começar...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A sorte e o azar

Há tipos com sorte !!! 

Qualquer pessoa, que anda nisto dos barcos, quando um fim de semana acaba começa logo a pensar no próximo... eu não sou diferente, consulto a meteorologia à segunda-feira!! a tabela de marés do Instituto Hidrográfico  à terça-feira, faço os meus contatos para a malta amiga à quarta-feira e quinta-feira já ando a fazer contas de cabeça para ver se consigo encaixar tudo o que tenho para fazer num só fim de semana.

Foi neste contexto que surgiu  o fim de semana de 10, 11 e 12 de Junho fértil em programas náuticos, senão vejamos:

1. Ir às Berlengas, integrado na "frota" da ANC, para a já famosa Sardinhada, no White Fin do Luis Santos.
2. Ir ter com o Mestre João Gregório à Ilha do Rato, pois havia por lá umas festividades.
3. Fazer parte da tripulação do Ketch "João Baleia" do João, que após uma estadia de aproximadamente seis meses na Marina Parque das Nações, rumava a Sines.
4. Ir fundear de Sábado para Domingo a Cascais.

Só havia que escolher e escolher bem ...

Também os à com azar !!!

Contudo, e como para a maior parte das coisas da vida, havia um senão!! estava condicionado pelo facto de ter de trabalhar no Sábado, dia 11, o que dificultava sobremaneira as coisas.

Com essa grande condicionante, aquela que se afigurava mais simples em termos de logística ( coisa do vou de barco, venho de Autocarro, volto de ... )  e sobre a qual recaiu a escolha, foi o passeio a Cascais, dava assistência à família na Sexta 10, trabalhava no Sábado e fazia o "gosto ao dedo" no Domingo, sendo que a Selma e os miúdos ficaram de ir ter a Cascais ao fim do dia. 

Eu e o Blue Seven 
Sábado, após o trabalho,  rapidamente zarpei num "solitário" a Cascais, e com e um dia fantástico, muito sol,  pouco calor e um vento tímido que foi subindo de intensidade à medida que o dia acabava e a maré mudava, rapidamente cheguei ao Bugio.


A nossa bandeira com um cenário fantástico
 A viagem foi feita em aproximadamente duas horas, consequência da forte vazante e de algum vento.

Velejadela  no Vale do Jamor  aprx. 18 nós vento

Aproximação Sº Julião

Aproximação a Cascais
Já fundeado, apercebi-me que estava rodeado de barcos que residem na MPN, o Leão Marinho III, o Groovy e o Trinity são só um exemplo, porque havia mais três ou quatro por ali fundeados.

Sabia que o Rui do Groovy tinha mergulhado para limpar o fundo ao Dufour e substituído os zincos, penso que o Paulo do Leão Marinho também o fez, pelo que lhe perguntei se me emprestava o equipamento para mergulhar no Domingo, coisa que acabou por não acontecer. 


Leão Marinho III a estibordo


Groovy a bom-bordo


Ao cair da noite liguei ao Luis que se encarregou de acompanhar o João na viagem do "João Baleia" para Sines, procurando saber como correram as coisas e como se tinha portado o barco e os Marinheiros. Disse-lhe que estava fundeado em Cascais, lancei o mote, e foi meia hora de conversa sobre o nosso tema preferido...



A noite foi mal passada!  quando fundeado, dizem os experts na matéria, só se consegue dormir bem ao segundo dia, quando o cansaço se apodera do corpo e um tipo dorme mesmo que não queira. 
Não dormi nada, primeiro porque estive a ler até à uma da manhã, às 3:00 acordei porque achei que o barco tinha sido abalroado por outro, terceiro a ancora rangia por todos os lados e/ou que estava a roçar no patilhão a todo o momento, e por fim quando a maré e o vento mudaram, dei por mim quase em cima do Groovy, coisa chata ser eu o abalroante e logo a um vizinho de pontão...

O pequeno almoço foi tomado às 7:30, às 8:00 levantou-se um ventinho que me levou a zarpar e a fazer uma bela velejada matinal até Oeiras, local onde parei para abastecer, tomar um café e por a conversa em dia com o Pedro Antão, meu antigo formador na Patrão Mór. 


Sea Cloud atracado
A restante viagem foi feita integralmente à vela e a motor, 10 nós de vento de NE, algo estranho, e uma enchente razoável que me levou a chegar á Marina Parque das Nações por volta das 12:30.

Se sou um tipo com sorte ou com azar ? sem dúvida com sorte, os motivos são muitos para assim o considerar...  contudo um sobrepõe-se a todos os outros... uma família sempre presente, mesmo quando não vão ter comigo a Cascais :-) 

Cristo Rei visto do nosso angulo

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Passeio ao Rosário

A tripulação do Blue Seven em parceria com a Marina do Parque das Nações e a Associação Nacional de Cruzeiros, voltou a organizar o que apelidamos passeios "Rio Acima",  desta fez com o primeiro passeio ao Rosário


Desta vez, ao contrário do que inicialmente previmos e esperava, a curiosidade em trono do passeio foi grande, contudo tal não se traduziu em muitas inscrições e conseqüentemente os participantes ficaram a quem das nossas expectativas. Talvez as adversas condições meteorológicas e algum desconhecimento do local tenham sido os principais responsáveis.


Para a estatística ficam nove barcos e os 35 participantes.

Do programa proposto, constava uma recepção aos barcos participantes, residentes na MPN ou não, e uma vez, que a as condições climatéricas no Sábado não foram as melhores, optamos por utilizar o edifico principal da Marina em detrimento do simpático espaço exterior, como já vem sendo habitual.



A recepção correu de acordo com o planeado, é muito gratificane para nós enquanto organizadores, verificar que as pessoas apreciam  e que o local rapidamente se torna um sitio de troca de experiências de valorização da comunidade náutica seja ela adepta da vela ou do motor.


Aproveitamos para fazer um breefing com os participantes e disponibilizar alguma documentação do evento, nomeadamente a rota que preparei e que devia ser respeitada,  e o que de mais se iria passar no Domingo.

A noite, foi livre pelo que cada um optou por fazer aquilo que mais lhe convinha, a grande maioria foi para os restaurantes vizinhos à MPN ver o final da Liga dos Campeões.


Domingo brindou-nos com um amanhecer comprometedor, o sol teimava em não aparecer e os "meteorologistas" residentes avisavam que os sites de referência previam uma valente carga de água para as 15hr ... mas compromissos são compromissos e decidimos avançar com o planeado na mesma.

Seja como for, a previsão não se verificou e se, de facto, não tivemos grande sol, também não tivemos chuva e a temperatura manteve-se nos 20, 23 graus, mesmo assim agradável.


Não obstante esses avisos, e as conseqüentes desistências de última hora, a frota zarpou às 10:30 e começamos a nossa pequena jornada em direção à baía do Montijo e ao Rosário em particular.


Grande inveja a minha a ver o White Fin e o Eliefe a fazer grandes bolinadas à minha ré e eu com um ar fresquinho vindo do porão, mais precisamente do porão do motor.


A Filipa Villar optou por fazer a viagem de semi-rigido, pois poderia ser necessário prestar auxilio, coisa que não se verificou.


Entrada da baia da Montijo / Moita com a base aérea a BomBordo



A sempre boa disposição a Bordo do Blue Seven, com a habitual discussão de quem manda mais a bordo ... eu acho que são eles, mas à quem pense que são elas ...

Os eles


As elas


Da viagem nada a assinalar, uma hora e três quartos depois escavamos a fundear em frente ao Rosário e a preparar os Aux para nos levar a terra.

Vista do inicio do Rosário.


O inicio do desembarque.



Já em terra, todos ficaram espantados com a beleza do local, com a sua envolvente e com o Restaurante.


Sinal da satisfação, a grande maioria das pessoas, se não a totalidade fez questão de pedir os Contactos do restaurante para lá voltarem ...






O regresso foi feito na totalidade à vela, popa rio acima para os veleiros e num ápice para as lanchas de volta ao local de amarração.


À chegada, aguardávamos a simpatia do pessoal de apoio na Marina Parque das Nações e o entusiasmo da Filipa, que tinha regressado mais cedo, dando conta das opiniões positivas dos participantes.relativamente à equipa que organizou e levou a cabo mais este diferente passeio no estuário do nosso Tejo.






Vista do restaurante para a "frota" invasora, diz-se por lá que nunca tinham visto tantos veleiros juntos ali fundeados.



Uma amiginha do Francisco, a Daniela que não se conteve e foi à banhoca no momento de levantar ferro.


Uma palavra para a João e para o Zé, amigos que marcam sempre presença e que grande ajudam prestam .










Antes do programado "Rotta Paper" naútico, talvez possamos voltar ao Rosário ou à Ilha do Rato, desta vez para fazer um PickNic, que vos parece ??